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Mensagens

O vinho é de todos

Já poucos são os que se deixam intimidar pelas críticas, considerações ou gostos e tendências marcadas pelos escanções ou sommeliers sobre o vinho. Cada vez mais o vinho está a popularizar-se na curiosidade, na experiência e na procura de conhecimento. Muitos são aqueles e aquelas que querem estar no mundo do vinho, fazendo disso a celebração da vida, sem que isso seja uma profissão ou um oráculo a que só uns têm acesso, arriscando compras arrojadas e experimentando vinhos pelas castas, pelas regiões, experimentando sem que isso seja condicionado pelo que vêem ou lêem. Para a popularidade do vinho contribui a crescente oferta com maior informação e maior acesso. Contribui certamente uma oferta diversificada e sustentada com maior acesso à informação e imagens mais trabalhadas do vinho. Mas sobretudo a qualidade dos vinhos. Os produtores estão cada vez mais activos no processo de criação de um vinho e proximidade com o consumidor, são construtores de marcas sólidas com histórias...

Vinho para envelhecer

Deve o vinho ser bebido entre os 3 ou 4 anos seguintes ao seu ano? De facto, ainda ninguém me conseguiu dar uma explicação para este facto. Porque é que os franceses continuam a abrir garrafas Château Margaux da década de 60 como se de relíquias se tratasse e para outros vinhos não. Claro que os vinhos que se podem guardar para envelhecimento são os reconhecidamente bons. Ou seja, aqueles vinhos de posicionamento mais alto. Mas quais? Mas em Portugal quando temos um vinho de 2005 a resposta é "já está estragado", "isso já não presta", a não ser que sejam as Barca Velhas ou outros do estilo. Será que é mesmo assim? Não sempre! Há uns tempos atrás disseram-me que para guardar era melhor ser reserva. Cá está, reserva é um vinho melhor que os outros, regra geral. Mas claro que não existe uma explicação cabal sobre o que se pode guardar e o que não se pode.  Vi outro dia uma garrafa de Barca Velha à venda já muito antiga, não me recordo o ano exacto, mas dever...

Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa Tinto 2011

Às vezes a vida tem coisas irónicas ou muitas vezes pronto! Nunca pensei que pudesse beber um dos melhores vinhos com quem estive beber. Não que esta pessoa não tivesse bom gosto, pelo contrário. Mas porque tudo tem um tempo na vida. E esta época surge numa altura de menor celebração.  Estava eu a dizer que lá bebi o melhor vinho tinto até hoje, na modéstia do meu conhecimento.  Sentada à mesa do Solar dos Presuntos, em grande companhia, provei o melhor vinho tinto deste nosso Portugal, do Douro. Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa Tinto 2011 . Que vinho sublime! Que néctar dos deuses! Que obra prima! Portugal no seu melhor. Cor vibrante, forte e vigoroso. Com uma força de aroma elegante e floral, uma verdadeira sensualidade aromática. Sente-se uma grande complexidade mas com uma leveza de chocolate e fruta madura. É um vinho notável pela leveza e voracidade com que se bebe. Fresco e vibrante. Foi decantado e servido a uma temperatura de 16 graus. Uma es...

Subsídio Tinto 2013

Excelente vinho tinto Alentejano. A trazer orgulho à região do Alentejo, este tinto pertencente à casa Lima Mayer . Com as castas , Alicante Bouchet, Syrah e Cabernet Sauvignon, confere ao vinho tinto estrutura e ao mesmo tempo leveza com muitos toques de frutos o que o torna muito agradável para uma tarde descontraída de Outono. Sente-se a fruta do vinho, quando se bebe existe uma sensação adocicada de cereja, algo prolongado o que faz deste vinho tinto mais suave.  As castas do subsídio no que confere a aromas e sabores conferem sabores intensos, complexos, firmes e muita cor, o que faz do Subsídio Tinto de 2013, um bom vinho que recomendo. Nota: 8.5

Catapereiro Vinho Branco 2012

Ainda por terras de Lisboa, descobrimos outro vinho branco delicioso. O calor e as férias pedem mais estes vinhos. Lisboa sempre a marcar pontos. O Catapereiro Branco de 2012 da Companhia das Lezírias, companhia de exploração agrícola centenária, sobrevive ao longo dos tempos a vários regimes políticos e momentos de crise, vem a partir da década de 90 mostrar a sua raça com vinhos de excelente qualidade. Este vinho branco com uma cor cristalina, de aroma muito frutado e floral, fácil de gostar, fácil de beber e sobretudo uma boa experiência. Nota: 8.5

Mar de Lisboa Branco 2013

Na senda dos vinhos de Lisboa e novamente a Quinta da Chocapalha, outro vinho branco absolutamente delicioso. Castas de Arinto e Verdelho, confere ao vinho uma doçura equilibrada, percebe-se mais mineralizado que o Mar da Palha, mas com um agradável sabor. É um vinho muito fresco, jovem e leve. Tem um aroma e sabor mais citrino e tropical. Igualmente com uma imagem muito apelativa e bem construída, e ste vinho entra na categoria dos brancos de à beira da praia, sem ser acompanhado por mais nada. Nota: 8.8

Clarete 2006 Quinta do Monte d'Oiro

Tudo à volta do vinho tem uma imensa e longa história para contar. O vinho começa há tantos séculos atrás que o património é gigante e sobretudo com uma evolução que me deixa quase sempre vários dias a descobrir os infinitos detalhes de um assunto que até parece pequeno. Há uns anos atrás descobri o clarete, com a marca Clarete 2006, Quinta do Monte D’Oiro do produtor José Bento dos Santos. Absolutamente imperdível. Primeiro porque esta é uma nova classificação, pouco conhecida e surpreendente. Surpreendente porque é qualquer coisa entre o vinho tinto e o vinho rosé, com uma leveza no aroma e no sabor únicas. Depois porque o vinho é absolutamente divinal. A sua produção foi bem conseguida, respeitou os aspectos primordiais da essência do clarete. Muitos de vocês não saberão que existe este tipo de vinho chamado Clarete. O clarete   é uma especialidade de Bordeaux era um vinho que há vários séculos atrás era muito exportando para o Reino Unido. Isto na Idade Média. O term...

Mar da Palha Branco Sauvignon Blanc 2013

Fresco e brilhante. É a primeira imagem que temos quando provamos. Este vinho sabe a praia, sabe a mar, num contexto de estender a perna e arrebatarmo-nos com a indolência que as férias de verão nos oferecem. Bebido com o som do mar e com o sol a picar na pele, é uma delícia. Quando cheiramos percebemos que é frutado, com pequenas notas de frutos tropicais, mas é na boca que ganha mais, de sabor fresco e prolongado, liberta uma leveza e um excelente equilíbrio na acidez. Este vinho proporciona momentos de grande descontração. A sua imagem é altamente apelativa, convida a lembrarmo-nos sempre dele. O seu nome pelas origens do vinho de Lisboa , tem cada vez mais a minha consideração. Da Quinta da Chocapalha , com 45 hectares de vinho, é uma quinta centenária em Alenquer, que nas últimas décadas sofreu uma evolução enorme nas novas técnicas de produção de vinho e de cultivo, em boa hora. Nota: 8.9

Temperatura Ideal

Algo polémico este assunto entre os consumidores. Tudo o que diz respeito à temperatura do vinho deve ser tomado em consideração para todos os tipos de vinho, mas interessa-me mais falar do tinto, porque não é tão  óbvio  que deva ser bebido desta ou daquela maneira.  De volta e meia, encontramos os vinhos servidos à temperatura ambiente. Por si, esta palavra ambiente já pode ser aterradora. De volta e meia, não temos informação sobre a que temperatura deve ser bebido o vinho. Por isso, os mais acautelados andam para todo o lado com o termómetro, como forma de garantirem que bebem o vinho no seu melhor: à temperatura ideal. Mas se não há indicação é um tiro no escuro.  Ora se consegue acertar e se faz uma prova revelando todos atributos que o vinho tem, para deleite do consumidor. Ora não se consegue acertar e quase com a garrafa no fim acabamos por ficar desconsolados, achando por vezes que o vinho não seria tão bom, mas nem percebendo que podemos ter a...

JMF Branco

Surpreendentemente não existe nesta garrafa o ano de engarrafamento do vinho. Procurei e não encontrei. Depois de pesquisar no site da JMF encontrei que o último engarrafamento foi em 2012. Apenas um nota introdutória para a casta Fernão Pires. Esta  é uma das castas brancas mais plantadas em Portugal, no centro e sul, especialmente na zona da Bairrada (onde é conhecida por Maria Gomes), Estremadura, Ribatejo e Setúbal. Esta casta é uma das primeiras a fazer a vindima uma vez que cresce rapidamente. Tem uma acidez baixa ou média, por isso os vinhos produzidos ou misturados com esta casta têm intensos aromas florais. JMF Branco é um vinho produzido a partir das castas Fernão Pires (80%) e Moscatel de Setúbal. É de cor amarela , tem um aroma frutado, quando provei senti uma ligeira gaseificação, é vinho algo  citrino . Nota: 6.5 (0-10)

Couteiro Mor Branco Colheita 2012

Ao longo dos anos assistimos de facto a uma melhoria dos vinhos brancos portugueses. Uma melhoria que percebemos pela variedade de vinhos brancos com personalidade, aromas e sabores deliciosos. No cultivo das castas brancas nacionais, encontram-se  hoje    seleccionadas as melhores para o fabrico de vinhos brancos, merecem o reconhecimento internacional pelos seus atributos superiores e de grande qualidade. O Couteiro Mor Colheita 2012 é sobretudo um vinho com uma excelente relação qualidade preço.  Este v inho Alentejano pertence à Herdade do Menir . No s brancos,  esta  herdade, cultiva as castas Antão Vaz, o Chardonnay, o Roupeiro, o Arinto e o Viognier. Uma pequena nota para a casta Roupeiro. Trata-se da casta Síria, já foi a casta mais cultivada na região Alentejana, no entanto, o facto de ter temperaturas muito elevadas não era benéfico no seu desenvolvimento. Começou-se depois a desenvolver o seu cultivo em terras mais frescas, onde se d...

Pacheca Tinto Superior 2012

Mais um vinho da Quinta da Pacheca a não nos deixar ficar mal. É um excelente vinho tinto este, 2012.    Tem como castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Só uma pequena nota para a Touriga Nacional, a mais nobre casta portuguesa. Começou por ser cultivada no Douro mas rapidamente passou a ser cultivada noutras regiões. Os seus bagos são muito doces e tem uma boa capacidade de envelhecimento. Destaco neste vinho a imagem elegante do rótulo, uma imagem sofisticada, que vai bem com o vinho que é. O Pacheca Tinto Superior 2012 , tem uma cor rubi forte e uma lágrima extraordinária, quando rodamos o copo. Na boca sente-se uma explosão de sabores que vou tentar descrever, dado que não sou nenhuma especialista da matéria. Sente-se a baunilha e a madeira, no prolongamento parece que saboreamos figos, alguma canela e anis, sentem-se especiarias. É um vinho cheio de força, sentem-se bem os taninos. É um vinho bastante complexo e sofisticado...

Icewine Pilliteri Cabernet Franc 2004

Muitos de vocês sabem o que é Icewine, mas hoje escrevo para os que não sabem e faço nota de prova do Pilliteri Cabernet Franc 2004 . A natureza tem um efeito incontornável em qualquer produção de vinho. Se pensarmos que o clima, as  contingências  de exposição dos terrenos ou de eventos não esperados, sabemos que não conseguimos controlar a natureza e felizmente esta é uma das situações mais enigmáticas da produção de vinho e talvez aquela que nos dá sempre uma sensação de redescoberta nas mesmas marcas ao longo dos anos. No Icewine sente-se o poder da natureza e consegue-nos  proporcionar  uma experiência única e um momento de deleite. Não é comparável. Como introdução do Icewine julgo que vale a pena perceber a origem e a produção. Este vinho pertence à categoria dos vinhos sobremesa, é uma espécie de néctar, com um sabor intenso de fruta e delicioso, asseguro-vos. Não existe uma definição exacta para sabermos qual a origem deste vinho, sen...

Segredos de S. Miguel Reserva 2013

Deixo-vos aqui outro vinho da  Herdade de S. Miguel . Já tínhamos provado o Herdade de São  Miguel Branco, com excelente nota. Desta feita o Segredos de S. Miguel Reserva Tinto 2013. A Herdade de S. Miguel, deste vinho, está situada no concelho do Redondo, no Alentejo. Apresenta-nos nesta marca o Branco, Tinto, Rosé e Reserva Tinto.  O Segredos de S. Miguel Reserva 2013 é um vinho Reserva Tinto reconhecido mundialmente, uma vez que foi distinguido no concurso mundial de vinho 2014 com uma medalha de prata. As castas seleccionadas para o Segredos de S. Miguel Reserva 2013 foram Alicante Bouschet, Aragonez, Touriga Franca e Touriga Nacional. É um vinho com uma cor rubi densa, o aroma é frutado e muito bem estruturado. Na boca no início percebe-se a madeira e baunilha, tem notas de especiarias e de chocolate no final. O final é prolongado e muito suave. Nota: 8.1 (0-10)

Tons de Dourum Branco 2014

T enho um fraquinho pelos vinhos do Douro, não porque goste mais desta região, mas pelas experiências que já tive com os vinhos que fui bebendo e regra geral são quase sempre bons. Pelo menos para mim. Julgo que os vinhos reflectem sempre a sua origem e por isso deixam uma marca que não pode ser confundida. As castas deste vinho são Viosinho, Rabigato, Verdelho, Arinto, Moscatel Galego. Apenas uma pequena introdução às duas primeiras castas: O viosinho  é apenas cultivad a nas regiões do Douro e de Trás-os-Montes, onde já é utilizada desde o século XIX. Esta casta produz vinhos bem estruturados, frescos e de aromas florais complexos. Normalmente são capazes de permanecer em garrafa durante alguns anos. A casta Rabigato tem uma  elevada acidez natural, produz vinhos normalmente de qualidade elevada e com uma razoável capacidade de envelhecimento, apresentam aromas de intensidade mediana, doce, lembrando flores de laranjeira, com notas mais vegetais e no gosto ...

Como provar um vinho

Aprenda a provar o vinho com base em 4 simples passos. Este método é muito simples e pode ser executado por qualquer pessoa, tem por base os melhores métodos dos profissionais e dos Sommeliers. 1. Ver Confira a cor, opacidade e viscosidade. Não precisa de mais de 5 segundos nesta etapa. 2. Cheirar Escolher pelo menos dois sabores e demorar o tempo que for necessário identificando-os. Existem 3 tipos de aromas de vinho: Aromas Primários: vem das uvas, como as frutas, vegetais e notas de flores. Aromas secundários vem da fermentação e dos aromas da levedura. Aromas terciários vem do envelhecimento, oxidação e carvalho, tais como especiarias cozimento, aroma de nozes e baunilha. 3. Provar Dois elementos compõem os gostos: sabor e a estrutura. Sabores tais como limão, framboesa ou côco. Estrutura, tal como o nível de doçura, corpo, álcool, acidez, e taninos: perguntam vocês o que são os taninos? Os  taninos são componentes encontrado em todos os vi...

Pacheca Branco 2013

Trago-vos uma excelente experiência com vinho branco. Pacheca Branco 2013 oferece-nos aquele momento de equilíbrio e sabor prolongado de frescura. É um vinho jovem, fresco e sobretudo leve e vibrante. Produzido pela Quinta da Pacheca no Douro, mostra-nos um design sóbrio e de uma cor límpida. apresenta-se com um forte aroma e sabor a maracujá o Pacheca Branco 2013 entrega-nos a promessa de um bom convívio e conversa à volta de um vinho cheio de vivacidade, com uma acidez bem controlada e com notas de muita fruta num tom adocicado. É um vinho que apesar de jovem é muito sofisticado. O Pacheca Branco 2013 é um vinho do Douro, pertencente à Quinta da Pacheca, com as castas Cerceal, Malvasia Fina, Gouveio, Moscatel Galego Branco e Viosinho. Praticamente todas as castas combinam este tipo de sabor, floral, frutado e adocicado. Recomendo vivamente a experiência. Nota: 8.3 (0-10)

Volteface Tinto Reserva 2011

Então cá vai mais um vinho tinto. O Volteface! À primeira vista temos um rótulo que nada nos diz, mostra-nos uma máscara. Prima pela diferença e quer chamar atenção. Alinhamos... Tem algo de festivo, o que de certa forma nos convida a bebê-lo. No contra-rótulo encontramos a informação, temos a informação das castas, da região, o ano e o enólogo. Alentejano, feito à base de duas castas Alicante Bouschet, maioritariamente e Syrah.  A uva Alicante Bouschet foi criada por Henry Bouschet, entre 1865 e1885, em França, resulta do cruzamento das castas Petit Bouschet e a popular Grenache. Inicialmente foi plantada no sul da França, principalmente na região do Languedoc, e sempre foi considerada como uma casta de qualidade inferior. No entanto, o Alicante Bouschet chegou ao Alentejo em 1900, com Invernos frios e Verões quentes e secos, solos profundos e não muito pobres, com disponibilidade de água ao longo de todo o ciclo, o Alicante Bouschet passou a produzir vinhos d...

Tyto Alba Vinhas Protegidas 2012

Este é um vinho com história e com uma capacidade de se distinguir dos outros vinhos. Desde logo porque tem uma história para contar ligada ao ambiente e ao respeito pelo ecossistema, pois reduz na sua produção a emissão de carbono, através de uma série de passos ligados ao consumo de energia. Reduz o consumo de água e até de tratamentos das vinhas. É notável o posicionamento da Companhia das Lezírias . Tyto Alba é a origem do nome de coruja-das-torres. É dá ao nome ao vinho porque confere para além do significado, um papel na Companhia das Lezírias , o de afastar o coelhos das vinhas venhas. As vinhas são guardadas pelas corujas. O Tyto alba 2012 é feito de Touriga Nacional, Touriga Franca e Alicante Bouschet. É um vinho fantástico. Mas quase que estragamos a experiência. Os vinhos são vendidos nos restaurantes sem nenhum cuidado, a temperaturas ambientes que chegam a estar nos 24 graus. Uma das grandes indicações e cuidados dos produtores e enólogos ...

ALÌSIA Pinot Grigio 2014

Não querendo dar grande ênfase aos vinhos estrangeiros, não porque não são bons, mas porque o que temos em Portugal é de excelente qualidade e ainda há muito que provar. Mas.. surgiu a oportunidade e sabemos que podemos também encontrar vinhos muito bons estrangeiros e ter outras experiências. Hoje escrevo-vos sobre um vinho branco italiano, que está à venda em Portugal. Itália tem muitas regiões produtoras de vinhos, Piemonte é considerada a maior região produtora e que dizem ser a responsável pelos melhores vinhos produzidos em Itália. Depois existe a Toscana, onde estão os famosos Chianti. Depois Vêneto, Abruzzo e Lombardia e Trentino e outras tantas, não menos conhecidas. Itália será um dos países com uma das maiores complexidades de produção de vinho, existindo perto de 350 tipos de vinhos oficiais e alguns rumores que marcam mais de 2000 castas. Extraordinário! Podemos quase não viver para provar tudo...se assim for. O Alìsia Pinot Grigio 2014 é pro...